domingo, 10 de janeiro de 2010
Como perdoar.
Na maioria dos casos, o impositivo do PERDÃO surge entre nós e os companheiros de nossa intimidade, quando o suco adocicado da confiança se nos azeda no coração.
Isso acontece porque, geralmente, as mágoas mais profundas repontam entre os Espíritos vinculados uns aos outros na esteira da convivência.
Quando nossas relações adoeçam, no intercâmbio com determinados amigos que, segundo a nossa opinião pessoal, se transfiguram em nossos opositores, perguntemo-nos com sinceridade: "como perdoar, se perdoar não se resume à questão de lábios e sim a problema que afeta os mais íntimos mecanismos do sentimento ? "
Feito isso, demo-nos pressa em reconhecer que as criaturas em desacerto pertencem a Deus e não a nós; que também temos erros a corrigir e reajustes em andamento; que não é justo rete-las em nossos pontos de vista, quando estão, qual nos acontece, sob os desígnios da Divina Sabedoria que mais convém a cada um, nas trilhas do burilamento e do progresso. Em seguida, recordemos as bênçãos de que semelhantes criaturas nos terão enriquecido no passado e conservemo-las em nosso culto de gratidão, conforme a vida nos preceitua.
Lembremo-nos também de que Deus já lhes terá concedido novas oportunidades de ação e elevação em outros setores de serviço e que será desarrazoado de nossa parte manter processos de queixa contra elas, no tribunal da vida, quando o próprio Deus não lhes sonega Amor e Confiança.
Quando te entregares realmente a Deus, a Deus entregando os teus adversários como autênticos irmãos teus, - tão necessitados do Amparo Divino quanto nós mesmos, penetrarás a verdadeira significação das palavras de Cristo: "Pai, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores", reconciliando-te com a vida e com a tua própria alma.
Então, saberás oscular de novo a face de quem te ofendeu, e quem te ofendeu encontrará Deus contigo e te dirá com a mais pura alegria no coração: " bendito sejas ..."
EMMANUEL do Livro: ALMA E CORAÇÃO
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
TALVEZ ...
Autoria: Sonia Carvalho, paulistana, formada em Publicidade e Propaganda e Pós-graduada em Teorias e Técnicas de Comunicação. Agradeço a gentileza autorizando a utilização de seu texto , para conhecimento dos internautas.
Na internet circula este texto como sendo, erradamente, de autoria de Aristóteles Onasis.
"Talvez eu venha a envelhecer
rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia
tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões
no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância
diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha forças
para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.
Talvez em algum instante
eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo
olhando para o chão
Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Mas então irei me banhar na chuva.
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos
que se estenderão em minha direção.
Talvez numa dessas noites frias,
eu derrame muitas lágrimas.
Mas não terei vergonha por esse gesto.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar
que em algum lugar
alguém merece a minha confiança.
Talvez com o tempo
eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando
meu caminho.
Talvez com o decorrer dos anos
eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que
realmente são meus verdadeiros amigos
nunca estarão perdidos.
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente
da fraternidade por onde passar.
Talvez eu fique triste ao concluir que
não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a música siga
o compasso dos meus passos.
Talvez eu nunca consiga enxergar
um arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar um,
nem que seja dentro do meu coração.
Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar, nem que
seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas
as lições necessárias.
Mas terei a consciência que
os verdadeiros ensinamentos
já estão gravados em minha alma.
Talvez eu me deprima por não ser
capaz de saber a letra daquela música.
Mas ficarei feliz com as outras
capacidades que possuo.
Talvez eu não tenha motivos
para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar
com as pequenas conquistas.
Talvez a vontade de abandonar tudo
torne-se a minha companheira.
Mas ao invés de fugir,
irei correr atrás do que almejo.
Talvez eu não seja exatamente
quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.
Porque no final saberei que,
mesmo com incontáveis dúvidas,
eu sou capaz de construir
uma vida melhor.
E se ainda não me convenci disso,
é porque como diz aquele ditado:
"ainda não chegou o fim"
Porque no final não haverá
nenhum "talvez" e sim a certeza
de que a minha vida valeu a pena
e eu fiz o melhor que podia."
De bem com a vida!
"Uma coisa é certa: quando você está de bem com a vida, tudo ao seu redor lembra flores, tudo é mais perfumado, todos sorriem mais facilmente, os amigos aparecem de todos os lados, paixões brotam que nem feijão lançado ao chão, e a vida parece ser maravilhosa. Você com certeza já ouviu frases como: "dinheiro atrai dinheiro" ou: "quem tem sorte, ganha até dormindo", essas afirmações são corretíssimas, já testadas e aprovadas pela vida.
A vida é como aquela amiga poderosa, dona de muitos recursos e que faz tudo para agradar aos amigos, sabe aquela pessoa que todos querem ser amigo? Pois é, a vida é igualzinha a essa pessoa, só com uma diferença: os poderes da vida são muito maiores, e ela faz qualquer coisa para agradar quem está de bem com ela.
Mas, como é estar de bem com a vida num mundo onde existem tantas traições, tragédias sem fim, violência até não querer mais e gente cuspindo ódio por todo lado? O segredo esta em procurar as coisas que agradem ao seu espírito fazer coisas que não violentam o seu entendimento, que não ferem o seu lado gente.
Se pensar em uma pessoa te lembra amargura e raiva, pra que pensar?
Se você insiste em uma relação que só traz dor e tristeza, pra que continuar?
Se você anda triste, chorando pelos cantos e nem sabe porque, por quê não sorrir?
Se você anda desanimado, sem estímulo e nem sabe pra onde caminhar, por que parar?
Se você anda muito sozinho, cabisbaixo e infeliz, porque não mudar?
A vida espera com mil agrados aqueles que descobrirem que estar de bem com ela é um prazer, um grande barato que começa pelo simples fato de descobrir que a vida é bela sim, que é composta de mil dores sim, mas com um milhão de alegrias, cores, cheiros, sabores, pessoas.
Existem pelo menos mil maneiras de fazer diferente a mesma coisa que você faz todos os dias, assim como existem pelo menos um milhão de pessoas diferentes daquela que te magoou. Abrace a vida com alegria, descubra o prazer das coisas simples, feche o jornal que traz só violência, leia um bom livro.
Descubra o lado bom da vida, das coisas, das pessoas e, principalmente, descubra o seu lado bom
e nunca mais se separe dele..."
Autor desconhecido
Como uma pessoa pode fazer tanta diferença para a outra?
Como alguém pode amar tanto outro alguém?
Como tem gente que faz loucuras como prova de amor?
Será que ninguém se pergunta se realmente vale a pena tudo isso?
Vale sim...Vale a nossa felicidade!
Vale o prazer de estar junto das pessoas que amamos!
Vale poder saber que não estamos deixando passar a oportuidade de ser feliz!
Vale arriscar a dor do desconhecido, sabendo que muito maior seria a dor de não ter tentado!
Talvez seja por isso que exitem tantas pessoas que sabem aproveitar a vida,
não dexando passar um simples minuto sem antes fazer com que ele faça diferença!
De que adianta nascermos, simplesmente vivermos, e posteriormente morrermos?
Temos que fazer acontecer as coisas de modo que mais adiante virmos a sentir falta do que passou,ao contrário do arrependimento, que por sinal é a angustia de quem não sabe ser feliz!
Então devemos abrir a mente, e entender que a vida é uma só, e que devemos a fazer valer a pena!
REFLEXÕES
AO SABOR DO TEMPO
Ao sabor do tempo e espaço, flutuamos sob o efeito da escolha que fizermos, navegando no barco encarnatório que nos conduz pelo Oceano da vida.
Quando alguém se aventura pelo Oceano, busca, em primeiro lugar, vigiar e criar as condições de segurança do barco que o conduzirá pelos caminhos dos mares. O leme, a bússola, o rádio, a âncora, etc... Tudo tem que estar no prumo e no aprumo, para que a viagem seja a mais tranqüila possível, e as possibilidades de enfrentar eventuais borrascas e tempestades em alto mar sejam coroadas de segurança e êxito.
Estamos vivenciando, no hoje e no agora do tempo e do espaço, uma viagem que pode ter uma conotação maravilhosa de aprendizado e vitória sobre as tempestades naturais do Oceano da matéria, como pode ser um fracasso que, muitas vezes, leva o nosso barco a soçobrar em alto mar.
O barco no qual viajamos é toda a estrutura material que nos é concedida, estrutura essa que deve ser completada pela nossa previdência no conhecimento, o mais exato possível, do uso da aparelhagem náutica, que oferecerá condições de segurança à viagem.
O esclarecimento e o conhecimento é a bússola norteadora; o uso correto do esclarecimento é a prática náutica; e a boa condição dos instrumentos é o “vigiar e orar” que deve nortear o viajante do mar da vida.
Somos filhos da Luz em viagem para o Reino Iluminado do Espírito, pelo mar do que chamamos vida na matéria, pairando no tempo e no espaço que, na maioria das vezes, nos arremessa nas tempestades trevosas da ignorância, descrença, desânimo e desesperança.
O Evangelho de Jesus é alegre “boa nova” que proporciona, ao viajante da vida, aparelhagem em boas condições e instruções claras e precisas para singrar o Oceano da Matéria, sem soçobrar nas suas ilusões, demandando ao Porto Iluminado do Reino Divino, a vida pacífica, harmoniosa e feliz em Deus.
Os ensinamentos espiritualistas, como transmissores dos ensinamentos Evangélicos, nos fornecem os esclarecimentos básicos e sábios que aumentam o nosso destemor face às aparentes e ilusórias tempestades ou tufões do mar da vida.
Diz Hermínio C. Miranda que “Nós sabemos o que somos – espíritos imortais temporariamente encarcerados num corpo físico. Sabemos de onde viemos – de um longo rosário de vidas que aprofundam suas raízes na escuridão de remotas idades. Sabemos para onde vamos – para os mundos cada vez mais perfeitos que luzem adiante de nós, nas muitas moradas do nosso Pai *. Este conhecimento nos fornece instrumentos sadios e poderosos para, sob a luz da razão e na prática do amor Evangélico, singrarmos o mar da vida sem medo dos tufões aparentes, formados pelos sofrimentos e problemas atuais.
O espiritualista cristão deve estar acima desses tufões. Embora sinta seus abalos, não soçobra e nem se amedronta, pois a luz do esclarecimento, a ação Evangélica em sua vida, a presença e uso correto das Sagradas Vibrações dos Orixás, e a orientação segura dos Guias e Mentores lhe trazem a tranqüilidade e a paz harmônica com Deus, consigo mesmo, com o próximo e com a natureza; paz esta que é concedida por Jesus e ninguém a poderá tirar, como Ele próprio nos afirma em Jo. 14:27 “ Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe nem se intimide vosso coração”.
O mais maravilhoso de tudo isso é que, quando tomamos conhecimento da nossa realidade espiritual e, pelo esclarecimento buscado a partir da humildade e do amor vivenciados, aparelhamos o nosso barco para esta viagem encantadora, descobrimos, deslumbrados, na hora sublime da Prece, que no leme, a conduzir o barco da nossa vida, está Jesus, o Divino Piloto, a nos conduzir, amoravelmente, para a Luz, para os braços de Deus.
* 02.09.2006 - João Marcus (Hermínio C. Miranda), In: CANDEIAS NA NOITE ESCURA – FEB, pg. 13.
Ao sabor do tempo e espaço, flutuamos sob o efeito da escolha que fizermos, navegando no barco encarnatório que nos conduz pelo Oceano da vida.
Quando alguém se aventura pelo Oceano, busca, em primeiro lugar, vigiar e criar as condições de segurança do barco que o conduzirá pelos caminhos dos mares. O leme, a bússola, o rádio, a âncora, etc... Tudo tem que estar no prumo e no aprumo, para que a viagem seja a mais tranqüila possível, e as possibilidades de enfrentar eventuais borrascas e tempestades em alto mar sejam coroadas de segurança e êxito.
Estamos vivenciando, no hoje e no agora do tempo e do espaço, uma viagem que pode ter uma conotação maravilhosa de aprendizado e vitória sobre as tempestades naturais do Oceano da matéria, como pode ser um fracasso que, muitas vezes, leva o nosso barco a soçobrar em alto mar.
O barco no qual viajamos é toda a estrutura material que nos é concedida, estrutura essa que deve ser completada pela nossa previdência no conhecimento, o mais exato possível, do uso da aparelhagem náutica, que oferecerá condições de segurança à viagem.
O esclarecimento e o conhecimento é a bússola norteadora; o uso correto do esclarecimento é a prática náutica; e a boa condição dos instrumentos é o “vigiar e orar” que deve nortear o viajante do mar da vida.
Somos filhos da Luz em viagem para o Reino Iluminado do Espírito, pelo mar do que chamamos vida na matéria, pairando no tempo e no espaço que, na maioria das vezes, nos arremessa nas tempestades trevosas da ignorância, descrença, desânimo e desesperança.
O Evangelho de Jesus é alegre “boa nova” que proporciona, ao viajante da vida, aparelhagem em boas condições e instruções claras e precisas para singrar o Oceano da Matéria, sem soçobrar nas suas ilusões, demandando ao Porto Iluminado do Reino Divino, a vida pacífica, harmoniosa e feliz em Deus.
Os ensinamentos espiritualistas, como transmissores dos ensinamentos Evangélicos, nos fornecem os esclarecimentos básicos e sábios que aumentam o nosso destemor face às aparentes e ilusórias tempestades ou tufões do mar da vida.
Diz Hermínio C. Miranda que “Nós sabemos o que somos – espíritos imortais temporariamente encarcerados num corpo físico. Sabemos de onde viemos – de um longo rosário de vidas que aprofundam suas raízes na escuridão de remotas idades. Sabemos para onde vamos – para os mundos cada vez mais perfeitos que luzem adiante de nós, nas muitas moradas do nosso Pai *. Este conhecimento nos fornece instrumentos sadios e poderosos para, sob a luz da razão e na prática do amor Evangélico, singrarmos o mar da vida sem medo dos tufões aparentes, formados pelos sofrimentos e problemas atuais.
O espiritualista cristão deve estar acima desses tufões. Embora sinta seus abalos, não soçobra e nem se amedronta, pois a luz do esclarecimento, a ação Evangélica em sua vida, a presença e uso correto das Sagradas Vibrações dos Orixás, e a orientação segura dos Guias e Mentores lhe trazem a tranqüilidade e a paz harmônica com Deus, consigo mesmo, com o próximo e com a natureza; paz esta que é concedida por Jesus e ninguém a poderá tirar, como Ele próprio nos afirma em Jo. 14:27 “ Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe nem se intimide vosso coração”.
O mais maravilhoso de tudo isso é que, quando tomamos conhecimento da nossa realidade espiritual e, pelo esclarecimento buscado a partir da humildade e do amor vivenciados, aparelhamos o nosso barco para esta viagem encantadora, descobrimos, deslumbrados, na hora sublime da Prece, que no leme, a conduzir o barco da nossa vida, está Jesus, o Divino Piloto, a nos conduzir, amoravelmente, para a Luz, para os braços de Deus.
* 02.09.2006 - João Marcus (Hermínio C. Miranda), In: CANDEIAS NA NOITE ESCURA – FEB, pg. 13.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Amanhã, apaixone-se
Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida.
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena.
É no dia seguinte que acordamos para a realidade ou dormimos no sonho.
A vida da gente começa no dia seguinte e só existe uma maneira de viver: APAIXONADO.
Por isto dance, dance como se ninguém estivesse vendo você,
Trabalhe como se não precisasse de dinheiro,
Corra como se não houvesse a chegada,
Ame como se nunca tivesse sido magoado antes,
Acredite como se não houvesse frustração,
Grite como se ninguém estivesse ouvindo,
Beije como se fosse eterno,
Sorria como se não existissem lágrimas,
Abrace como se fossem todos amigos,
Durma como se não houvesse amanhã,
Crie como se não existisse crítica,
Vá como se não precisasse voltar,
Acorde como se você nunca mais fosse dormir de novo,
Faça a próxima viagem como se fosse a última,
Vista-se como se não conhecesse espelhos,
Proponha como se não existissem as recusas,
Brinque como se não tivesse crescido,
Levante como se não tivesse caído,
Case como se não houvesse outra,
Mergulhe como se não houvesse medo,
Ouça como se não existisse o certo ou errado,
Fale como se não existisse o certo ou errado,
Aprecie como se fosse eterno,
Viva como se não houvesse fim.
Prefira ser invés de ter,
Sentir invés de fingir,
Andar invés de parar,
Ver invés de esconder,
Abrir invés de fechar.
Apaixonar-se é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, espere, regue e cuide. Terá um jardim. Mas esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas. Se desistir, não terá um jardim. Terá um descampado.
A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se controla, não se compra, não se vende, não se fabrica.
A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso.
Entre a dúvida e a certeza.
Entre aqueles que gostam do que fazem e aqueles que fazem o que gostam.
Apaixonados não esperam, agem.
A paixão é o que faz coisas iguais serem diferentes.
Lembre-se que a arca de noé foi construída por apaixonados que nada conheciam de navegação e de embarcação e o Titanic foi feito por engenheiros profissionais, fabulosos, que queriam mostrar seu poder.
Amanhã, quando acordar, pense se hoje valeu a pena e APAIXONE-SE. Porque em 24 horas você vai entrar no dia mais importante da sua vida: o dia seguinte.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Oração a São Jorge
Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge
para que meus inimigos tendo pés, não me alcancem;
tendo mãos, não me peguem;
tendo olhos não me vejam
e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão,
facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar,
cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça,
Virgem de Nazaré me cubra com o seu manto sagrado e divino,
protegendo-me em todas as minhas dores e aflições,
e Deus com sua Divina Misericórdia e grande poder
seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza,
e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós.
Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.
Salve Jorge!
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