domingo, 26 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
FOGO é ação!

O Fogo é ação...
O Fogo é transmutador...
O Fogo é Paixão... a vontade que nos move...
É na magia do fogo que desintegramos e reintegramos...
É na magia do fogo que renascemos...
A magia do fogo, não é assustadora!
(...se estivermos libertos dos esquemas mentais...)
A magia do fogo, É LIBERTADORA...
A magia do fogo faz-nos saltar para o abismo...
E ACREDITAR nas nossas asas...
ABENÇOADO FOGO!
Onda Encantada
O Fogo é transmutador...
O Fogo é Paixão... a vontade que nos move...
É na magia do fogo que desintegramos e reintegramos...
É na magia do fogo que renascemos...
A magia do fogo, não é assustadora!
(...se estivermos libertos dos esquemas mentais...)
A magia do fogo, É LIBERTADORA...
A magia do fogo faz-nos saltar para o abismo...
E ACREDITAR nas nossas asas...
ABENÇOADO FOGO!
Onda Encantada
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Você sabe o que é namorar?

Quando escutamos falar em namoro, logo vem mente o ato sexual, ou até mesmo, um casal de adolescentes… Não é mesmo?
Mas você já parou para pensar que namorar é muito mais do que isto…
Se procurarmos no dicionário veremos que “Namorar” significa galantear, cativar; Procurar inspirar amor a alguém ou a algo; Atrair, seduzir; Desejar muito e agradar-se (de alguma coisa); Apaixonar-se por algo ou alguém….
Para que pudéssemos viver num mundo melhor, acredito que deveríamos aprender a namorar… Pois, quando estamos namorando, ficamos felizes e apaixonados e sempre agimos de maneira cautelosa e correta, seja por medo de errar e perder a pessoa que está ao nosso lado, ou para poder nos destacar dos demais e mostrar do que somos capazes.
Se procurarmos no dicionário veremos que “Namorar” significa galantear, cativar; Procurar inspirar amor a alguém ou a algo; Atrair, seduzir; Desejar muito e agradar-se (de alguma coisa); Apaixonar-se por algo ou alguém….
Para que pudéssemos viver num mundo melhor, acredito que deveríamos aprender a namorar… Pois, quando estamos namorando, ficamos felizes e apaixonados e sempre agimos de maneira cautelosa e correta, seja por medo de errar e perder a pessoa que está ao nosso lado, ou para poder nos destacar dos demais e mostrar do que somos capazes.
O certo é que deveríamos treinar e começar a namora à tudo e à todos… Namorar a vida, as pessoas, o trabalho, a nossa casa, enfim… Namorar tudo a nossa volta!
Namorar é ter consciência de que o mundo não é só seu, portanto, devemos aprender a respeitar os nossos limites e a vida da outra pessoa;
Namorar é você respeitar e viver bem no seu ambiente de trabalho, aceitar as diferenças com o seu chefe e/ou o seu colega de trabalho.
Namorar é você ser feliz sim… Mas saber que a tristeza existe e pode bater a porta da sua casa a qualquer momento; Então, esteja atento para que a tristeza não o faça cair!
Namorar é saber amar, confiar, acreditar, conviver, respeitar, aceitar, dar carinhos, perdoar, querer bem, desejar…
Namorar é você ser feliz sim… Mas saber que a tristeza existe e pode bater a porta da sua casa a qualquer momento; Então, esteja atento para que a tristeza não o faça cair!
Namorar é saber amar, confiar, acreditar, conviver, respeitar, aceitar, dar carinhos, perdoar, querer bem, desejar…
Desejo que você namore muito… Não alguém, mas antes de todos, a si mesmo!
Fonte: Claudia Pithttp://claudiapit.zip.net/
terça-feira, 7 de julho de 2009
A caridade do tempo
Amplia-se na vida, segundo as nossas necessidades, o tema sempre novo da caridade.
Ninguém calcula a importância do pão que socorre o faminto, nem o valor do remédio que alivia o doente.
Outras expressões de beneficência, contudo, vão surgindo imperiosas.
Uma delas, que raramente refletimos, baseia-se na dádiva das horas – caridade do tempo, ao alcance de todos.
Ninguém calcula a importância do pão que socorre o faminto, nem o valor do remédio que alivia o doente.
Outras expressões de beneficência, contudo, vão surgindo imperiosas.
Uma delas, que raramente refletimos, baseia-se na dádiva das horas – caridade do tempo, ao alcance de todos.
- Não há criatura impedida de exercê-la. Em qualquer clima social, semelhante cooperação é fundamento do bem.
- Um dia de trabalho gratuito no levantamento das boas obras...
- Uma semana tomada às férias para concurso desinteressado às instituições que reúnem doentes menos felizes...
- Um horário de serviço puramente fraterno na esfera profissional para os que nos reclamam a experiência...
- Um momento de tolerância e respeito para os que se extraviam na cólera...
- Um minuto a mais de atenção para a conversa de alguém que ainda ignora o processo de resumir...
- Uma hora para a visita espontânea ou solicitada em que sejamos úteis...
Todos podemos calar para que outros falem, extrair alguns instantes dos apertos do dia a dia para atividades edificantes, empregar retalhos de repouso no estudo para conseguir esclarecer ou ensinar, suprimir um passeio ou uma distração para a felicidade de servir...
- Não nos esqueçamos de articular oportunidades em auxílio de outrem.
Caridade do tempo, fonte de amor e luz. É com ela e por ela que a própria Sabedoria Divina nos ampara e nos reergue, corrige e aprimora, usando paciência infinita conosco, através das reencarnações.
ANDRÉ LUIZ
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Tênis x Frescobol - Rubem Alves

...conheci esse texto de forma muito especial...claro, estava no meu Recife. Claro porque o pouco que tenho de sensibilidade, penso ter adquirido lá pelas inúmeras situações de alto conhecimento...
Hoje, alguns anos depois, vejo que li e aplicá-lo não é tão fácil quanto parece...Mas, leio e releio e, aqui está...para dividir e afirmar mais uma vez que, sem comunicação entre relacionamentos...tudo morre.
Viva Xerazade, Viva Rubem Alves...
"Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: 'Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: 'Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: 'Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: 'Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?
' Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.'
Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música.
A música dos sons ou da palavra - é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras.
E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: 'Eu te amo, eu te amo...'
Barthes advertia: 'Passada a primeira confissão, 'eu te amo\' não quer dizer mais nada.' É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética.
Recordo a sabedoria de Adélia Prado: 'Erótica é a alma.'
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá...
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. - Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis: 'Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: 'Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\'. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: 'Tens razão, minha querida\'. A situação está salva e o ódio vai aumentando.'
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. - Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis: 'Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: 'Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\'. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: 'Tens razão, minha querida\'. A situação está salva e o ódio vai aumentando.'
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...
O Retorno e Terno - Rubem Alves
sábado, 20 de junho de 2009
O AMOR

É através do amor, que encontramos o caminho que nos leva a Deus.
É através do amor, que entendemos o verdadeiro significado da vida.
A vida é a grande manifestacão do amor de Deus.
A vida é a grande oportunidade de se aprender a amar.
Aprender a amar é o grande trabalho a ser realizado.
O amor, traz consigo o sentimento da compaixão e da caridade.
Vivemos para amar.
E o amor é a única grande força que pode nos unir.
Quando o amor nos uni, nos mostra também que somos todos iguaise aí, aprendemos que somos um só.
Descobrimos, então, que a nossa alegria é a alegria de todos,e que a nossa tristeza é a tristeza de todos.
Que a nossa luz é a luz de todos, e que a nossa escuridão é a escuridão de todos.
Aprendemos que tudo que fazemos aos outros estamos fazendo a nós mesmos.
Se ajudamos aos nossos irmãos estamos também nos ajudando.
Se damos a mão a quem precisa, também nos apoiamos nela, pois ninguém chegará ao fim do caminho sozinho.
Enquanto o último de nós não encontrar seu caminho, a grande porta não se abrirá.
Ajudar aos outros é ajudar a si mesmo.
Amar aos outros é também amar a si mesmo.
O amor é a única força que se renova.Quanto mais se dá, mais se torna forte.
Só ensinando podemos aprender, só dando podemos receber.
Fortalecendo nosso irmão,também receberemos dele a força de que precisamos para seguir nosso caminho.
Dando de comer a quem tem fome, fortalecemos nosso irmão.
E ele nos ajudará a chegar mais rápido ao nosso destino.
Iluminando os olhos de quem precisa, eles também nos ajudarão a enxergar nosso caminho.
Ninguém pode guardar para si um pedaco da luz.
Se a luz é trancada ela se transforma em escuridão.
A luz só vive no coracão aberto.
Quem ama vive na paz e a paz é luz.
A tempestade só reina na escuridão,ela nunca vem enquanto o sol está brilhando.
Vivemos na luz, vivemos na paz.
Quem vive na luz ilumina os caminhos escurose pode guiar aqueles que ainda não encontraram o verdadeiro caminho.
Ela afasta os sentimentos escuros do nosso coracãoe ilumina nossa alma.
E um coracão iluminado é como uma casa limpa,aonde não vivem os seres que se alimentam da escuridão.
Se o nosso coracão está iluminado,não existe nele nenhum sentimento de ganâcia, nem de ódio e nem de tristeza.
Nossa alma é como um jardim onde só devemos plantar aquilo que pretendemos colher.
Quem planta flores e distribui sementes, está ajudando a tornar seu próprio caminho mais perfumado e mais feliz.
Quem planta e distribui espinhos, poderá rasgar as roupas e machucar as próprias mãos na sua caminhada.
Quem anda por um caminho iluminado sabe com certeza aonde deve pisar, e tem fé que chegará ao seu destino.
O caminho é um só para todos.
Quem cuida de sua estrada, ajuda a todos que por ali passarão.
Quem tem verdadeiramente fé, não guarda nenhuma dúvida em seu coracão.
A fé é a certeza e a certeza nos mostra um só caminho.
Quem não tem fé, vê muitos caminhos e não sabe por onde seguir.
E ai então, perde muito tempo andando por muitos lugares.
Só se pode receber ajuda quando se tem fé em quem está nos ajudando.
E quando também somos sinceros em nossas próprias necessidades.
Só podemos receber ajuda se realmente estamos querendo ser ajudados,e para isso temos que nos colocar em condicões de receber.
Para receber ajuda temos que ter fé.E a fé é a certeza.
Quem precisa de ajuda não sabe qual é o caminho a seguir,e por isso precisa se deixar guiar sem dúvidas nem resistências.
Só se dá valor a um presente quando se precisa dele.
Pedir aquilo de que não se precisa é tirar do outro a oportunidade de receber o que ele esperava.
Pedir o que não se tem necessidade é juntar coisas que pesarão e atrapalharão a nossa viagem.
Aquilo que não serve para você, pode servir para alguém que está a seu lado.
Carregar aquilo de que não se precisa é carregar um peso inútil.
Dando o que você não usa estará esvaziando o seu coracão,para receber aquilo de que realmente precisa.
Saber separar aquilo que queremos daquilo que realmente precisamos,é o início de um caminho de aprendizado, de paz e de amor.
Quem aprende a amar, aprende a estar perto de Deus.
E Deus é Luz e Paz.
É o verdadeiro e único Amor.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
A CÓLERA!
A cólera apresenta dez negativas complexas que induzem a melhor das criaturas à pior das frustrações.
1- Não resolve. Agrava.
2- Não resgata. Complica.
3- Não ilumina. Escurece.
4- Não reúne. Separa.
5- Não ajuda. Prejudica.
6- Não equilibra. Desajusta.
7-Não reconforta. Envenena.
8- Não favorece. Dificulta.
9-Não abençoa. Maldiz.
10-Não edifica. Destrói.
Evite a cólera como quem foge ao contato destruidor da alta tensão.
Mas, se você amanhece de mau humor, antes que o flagelo se instale de todo na sua cabeça e na sua voz, comece o dia rogando à Divina Bondade o socorro providencial de uma laringite.
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